O SILÊNCIO DE DEUS
No silencio
da noite, quando deito minha cabeça cansada e barulhenta no travesseiro,
quisera eu estar em paz e adormecer, mas sempre me pego envolvidas em
pensamentos profundos que clamam por Ele. À noite, quando o silencia grita
em minha alma, à noite onde o pranto rola, quando a vida passa em minha mente o
coração pulsa em batidas altas.
Eu sempre fui daquelas que pensa muito antes de dormir. E nesses meus devaneios noturno, Deus tem me mostrado muita coisa e também tem me deixado sem respostas várias vezes.
Já passei por incontáveis “noites escuras da alma”, aquelas onde não enxergo nada, nas quais apenas ouço o eco da minha própria voz presa entre quatro paredes. Tudo é um absoluto silêncio agonizante. Mas o silêncio de Deus é fecundo, mesmo quando me deparo com a Sua quietude. Uma passagem bíblica que ilustra bem isso é 1 Reis 19.11-12, quando o profeta Elias se esqueceu do cuidado e da fidelidade de Deus, e fugiu. Ele queria salvar a própria vida. No monte, ele viveu a privilegiada experiência de encontrar o Senhor. Diz o texto bíblico, que houve um forte vento, mas o Senhor não estava lá. Também houve um terremoto, mas Deus também não estava lá. Por fim, houve fogo, mas Deus não estava nele.
Já me perguntei várias vezes se devo compartilhar o que tenho vivido. Porém, Ele disse: Ide! – Marcos 16:15. Mas sempre me pego pensando sobre os perigos e as responsabilidades de falar dEle. Não quero falar sem viver, pois seria muita hipocrisia da minha parte. Também sei que não sou exemplo para ninguém, o exemplo é Ele. O que eu quero dizer com perigo é: você sabe que as pessoas colocam expectativas em você.
Nossa natureza é pecaminosa e falha. Natureza com inúmeras dúvidas, medos, perguntas sem respostas. Natureza que te acompanha todos os dias. Natureza do homem pecador, pois é isso que somos. A minha única fortaleza é Ele.
Eu não quero vestir uma capa de santidade, não quero usar uma armadura do que não sou. Todos os dias eu erro, mas eu não quero que o pecado seja algo rotineiro em minha vida. Eu gostaria de ficar surpresa comigo mesma quando pecasse. Gostaria que o pecado fosse uma experiência surpreendente para mim.
Diante dessas “noites escuras da alma”, estou aprendendo a voltar ao pó, a me desarmar de todos os meus conceitos, convicções, opiniões formadas e pré-estabelecidas. Tive que me despir de máscaras e achegar-me a Ele de rosto limpo e coração quebrantado. Estou descobrindo que quando Deus quer se revelar a nós, de maneira mais profunda, ele nos permite passa por esse silêncio. E são nesses momentos que o silêncio de Deus também serve como respostas. Quando você é transformado por Ele.
Eu sempre fui daquelas que pensa muito antes de dormir. E nesses meus devaneios noturno, Deus tem me mostrado muita coisa e também tem me deixado sem respostas várias vezes.
Já passei por incontáveis “noites escuras da alma”, aquelas onde não enxergo nada, nas quais apenas ouço o eco da minha própria voz presa entre quatro paredes. Tudo é um absoluto silêncio agonizante. Mas o silêncio de Deus é fecundo, mesmo quando me deparo com a Sua quietude. Uma passagem bíblica que ilustra bem isso é 1 Reis 19.11-12, quando o profeta Elias se esqueceu do cuidado e da fidelidade de Deus, e fugiu. Ele queria salvar a própria vida. No monte, ele viveu a privilegiada experiência de encontrar o Senhor. Diz o texto bíblico, que houve um forte vento, mas o Senhor não estava lá. Também houve um terremoto, mas Deus também não estava lá. Por fim, houve fogo, mas Deus não estava nele.
Já me perguntei várias vezes se devo compartilhar o que tenho vivido. Porém, Ele disse: Ide! – Marcos 16:15. Mas sempre me pego pensando sobre os perigos e as responsabilidades de falar dEle. Não quero falar sem viver, pois seria muita hipocrisia da minha parte. Também sei que não sou exemplo para ninguém, o exemplo é Ele. O que eu quero dizer com perigo é: você sabe que as pessoas colocam expectativas em você.
Nossa natureza é pecaminosa e falha. Natureza com inúmeras dúvidas, medos, perguntas sem respostas. Natureza que te acompanha todos os dias. Natureza do homem pecador, pois é isso que somos. A minha única fortaleza é Ele.
Eu não quero vestir uma capa de santidade, não quero usar uma armadura do que não sou. Todos os dias eu erro, mas eu não quero que o pecado seja algo rotineiro em minha vida. Eu gostaria de ficar surpresa comigo mesma quando pecasse. Gostaria que o pecado fosse uma experiência surpreendente para mim.
Diante dessas “noites escuras da alma”, estou aprendendo a voltar ao pó, a me desarmar de todos os meus conceitos, convicções, opiniões formadas e pré-estabelecidas. Tive que me despir de máscaras e achegar-me a Ele de rosto limpo e coração quebrantado. Estou descobrindo que quando Deus quer se revelar a nós, de maneira mais profunda, ele nos permite passa por esse silêncio. E são nesses momentos que o silêncio de Deus também serve como respostas. Quando você é transformado por Ele.

0 comentários